quinta-feira, 12 de julho de 2012

KD VC? (Com Danielle Andrade)

Hoje, começo uma série aqui no blog do Brinquedo Torto. A série "KD VC?", em que eu vou buscar no fundo do baú alguém que fez parte do grupo, para saber o que a pessoa está fazendo hoje, além de relembrar fatos importantes da passagem e da trajetória da pessoa, de modo que, aos poucos, iremos remontando e resgatando lembranças perdidas desses quase cinco anos. 

A escolhida para começar a série foi Danielle Andrade, fundadora do grupo, pessoa que sugeriu o nome Brinquedo Torto e autora do nosso primeiro logotipo.Olha ela aqui na época durante o ensaio de "Amor, será? - Narrativas amorosas, ou quase"! (Ela vai detestar essas fotos, mas já me desculpei) 



E tem mais: A Dani, também marcou a história do grupo por ter passado por uma das situações mais difíceis de que me lembro. Um baque para todo o grupo. Mas eu não vou contar tudo. Acabei de teclar pelo chat do Face com ela e vou transcrever a conversa aqui. Só um detalhe: ela continua com o mesmo espírito bravinho, mas foi tocante rever o ponto de vista dela. Foi muito emocionante. Quem passou por aquela época sabe do que estou falando.
Varlei Xavier Nogueira diz
Vamos lá
3,2,1 (GRAVANDO) HEHEHEHEHE

Danielle Andrade diz
perai deixa eu tirar o oculos ahushas

Varlei Xavier Nogueira diz
Conte sobre sua lembrança mais remota no grupo:

Danielle Andrade diz
Acho que quando o grupo estava começando, as primeiras vivências, os desafios que você empunha ... Na verdade me veio na cabeça a vez que tivemos que andar de venda por toda a escola
rsrsrs

Varlei Xavier Nogueira diz
Conta mais sobre essa experiência, porque muito dos integrantes de hoje em dia, já passaram pelo mesmo exercício. 

Danielle Andrade diz
Bom, esse exercício foi feito em meio a muitas vivências e atividades de confiança , não foi um simples "vamos brincar" acho que naquele momento todos já estávamos levando os exercicios bem a sério. Confesso que eu fiquei com medo, subir escada..DESCER escada sendo guiada por uma voz? achei loucura
mas no fim tudo deu certo ninguém morreu ashuahs e a gente conseguiu perceber que na verdade não precisavamos dos olhos para dar expressão ao corpo, que não precisavamos de mais nada além de confiança no grupo.

Varlei Xavier Nogueira diz
Dá saudade, vou postar essa foto também.



Vc pode foi a pessoa que sugeriu o nome do grupo. Como é que vc chegou a ideia do nome?

Danielle Andrade diz
Eu estou horrivel nessas fotos rs...o nome me veio a mente por causa da música da Pitty.A gente costumava ouvir muito naquela época e pela letra, acho que se encaixava no momento em que o grupo estava. 

Varlei Xavier Nogueira diz
Vc protagonizou um dos momentos mais difíceis para o grupo. Muitos já me ouviram dizer sobre seu acidente, mas gostaria q vc contasse sobre o seu ponto de vista.

Danielle Andrade diz
Ai varlei.. rs  ta vamos lá

Varlei Xavier Nogueira diz
Varlei sempre tocando na ferida.

Danielle Andrade diz
Bom, o grupo ele estava em processo de montagem do espetaculo Gran circo pimienta...(as coisas estão ficando embaçadas por aqui), na verdade estávamos concluindo as inscrições para o Feto, faltava apenas a gravação do video que seria feita na segunda-feira a tarde. No domingo voltando da crisma era 13:30 14hrs num sei direito, voltando para casa eu sofri um acidente bem perto da minha casa. na rua de baixo. Fui atropelada por moto que passou no farol vermelho. Não me lembro de muita coisa nem antes nem depois disso, me lembro de ver o rosto da minha mãe e luzes correndo no teto. Depois ela me disse que eu gritava muito, mas graças a deus não lembro dessas dores. Retomei a consciência perto da meia noite.Achei que estava morrendo pq nao sentia nada e minha familia toda estava lá chorando em volta de mim. Minha mãe chegou perto de mim e foi me explicar o que tinha acontecido, onde eu estava, pq eu estava lá, e ela me falou que eu havia quebrado minha perna esquerda e que seria preciso fazer uma cirurgia. Eu comecei a chorar desesperada. Ela tentando me acalmar disse que eu ficaria bem, mas minha preocupação na verdade foi a peça rs... Ela ficou bem brava comigo , eu toda arrebentada chorando por causa da peça...

Varlei Xavier Nogueira diz
Eu sempre conto isso pra eles.

Danielle Andrade diz
Eu na verdade perdi o chão, tudo bem ser atropelada, me arrebentar.... Mas foi no domingo antes da gravação. Não sabia o que fazer a não ser chorar, tava tudo quase pronto, foram meses de ensaio, foram tantas puxadas de oprelha para chegar na personagem, e em segundos, segundos que eu nem me lembro, acabou tudo.

Varlei Xavier Nogueira diz
E como vc se recuperou?

Danielle Andrade diz
Fiquei puta! Desculpa, mas eu fiquei... sabe? não tava sentindo nada nada mesmo.. tava tão sedada que eu achava que tava tetraplegica.. e descobri que não podia mais fazer aquilo que eu gostava. Bom foram 3 dias no hospital acordando só para tomar outro sedativo, um dia de cirurgia e no quinto eu sai de lá. Fiquei um mês na cadeira de rodas. Não pude ir para casa pq tem escadas, então fiquei na minha tia, sem vida só lá sentada com a perna para cima e com dor (nesse meio tempo teve o casamento da minha madrinha que eu perdi e chorei mt por isso mas isso nao vem ao caso). Depois eu fiquei mais 7 meses de muleta. E ai pude voltar para escola, não vi a estréia da peça, mas consegui ir assistir um tempo depois. E sinceramente? Foi muito dolorido. Desculpa, mas na verdade eu preferia não ter visto. Eu lembro que vcs gritaram meu nome antes de começar e me agradeceram no final e eu só pensava (besteira)... já estou chorando... precisa disso? Pra todo mundo rs o cara que me atropelou com certeza foi o maior de todos me privou disso, me privou de andar ... passei meu aniversario de 16 anos de muleta sem poder ficar mt tempo em pé; mas vcs também, por gritarem meu nome, por me agradecerem...já tava dificil pra mim. Saber que nao fazia mais parte daquilo. E isso tudo só me fazia lembrar que eu deveria estar lá, sabe?

Varlei Xavier Nogueira diz
A gente te ama! E vc sempre fez parte. De alguma forma. Não teve um dia que não gritávamos seu nome. Mas é claro que eu entendo!

Danielle Andrade diz
Mas é diferente quando vc ta do outro lado... eu não queria nada disso, eu queria esquecer mas não dava.

Varlei Xavier Nogueira diz
Foi muito duro para todos nós; lembro que fomos ensaiar e depois filmar com um baita clima.

Danielle Andrade diz
Na verdae eu queria estar no palco

Varlei Xavier Nogueira diz
Sei como é. Bom, vamos mudar. Vamos lembrar de coisas boas agora!

Danielle Andrade diz
ok
já desidratei
ahsuhas

Varlei Xavier Nogueira diz
Qual foi sua melhor lembrança dentro do grupo?

Danielle Andrade diz
Foram muitas rs todos os ensaios por mais dificies que eram sempre havia palhaçada , sempre tinha risada e muito carinho entre todo mundo. Tenho uma lembrança engraçada na verdade, além das pérolas do brinquedo torto, claro. Foi um exercicio de respiração. Ficamos todos rindo por 1 hr pelo menos, foi brisa de ar,  digamos assim

Varlei Xavier Nogueira diz
hahahaha
Lembro bem

Danielle Andrade diz
Quando alguém parava de rir outro começava e todos começavam tudo de novo hasuhas

Varlei Xavier Nogueira diz
No bola, flecha, parede e espiral. A turma de agora fez, mas não fez esse exercício.
E a última pergunta e mais importante: E KD VC? POR ONDE VC ANDA? O QUE ESTÁ FAZENDO DA VIDA? TRABALHANDO? ESTUDANDO? QUAIS SÃO SEUS PLANOS?

Danielle Andrade diz
Eu estou na minha casa asuhaushaus... Eu estou no segundo ano da faculdade de design de moda , estava fazendo estágio em uma confecção de sapatos na vila mariana mas o contrato acabou e eu estou disponivel para quem quiser me contratar ahsuahs e agora estou morrendo de saudades do teatro!

Varlei Xavier Nogueira diz
Então está convidada a assistir nossas próximas peças. Etá chegando a hora. E esqueci de uma última pergunta:

Danielle Andrade diz
diga

Varlei Xavier Nogueira diz
O que você diria para quem está no Brinquedo Torto hoje? O que vc diria para quem está passando pelas mesmas dificuldades que vc passou e pelas mesmas broncas? Diga-me tudo, não me esconda nada, EU QUERO EMOÇÕES!

Danielle Andrade diz
Aproveitem! seu tempo no teatro é único, cada fala, cada texto, cada apresentação são momentos únicos. Eu lembro bem de uma bronca que eu dei no pessoal durante a montagem de desktop, enquanto eu estava dando meu máximo fazendo uma velha que ficava a peça toda sentada pq eu não podia andar... Eles estavam ensaiando e fazendo tudo de qualquer jeito sendo que haviam milhares de possibilidades para eles que haviam sido negadas pra mim. Então lá vai Nunca levem um personagem na brincadeira, nunca deixem de aproveitar o ensaio! É a cada ensaio que o personagem ganha vida.. e também que vc cria suas lembranças, queria ter o tempo que vcs tem para poder estar ai de novo/ ainda... ah! e o principal, as broncas.. são chatas eu sei, eu também reclamava mas você sente falta delas depois, ainda mais quando você percebe que não pode estar ali.

(E a conversa continuou um pouco mais, mas paro a transcrição por aqui, com a certeza de que fiz a escolha certa. Um depoimento tocante para a estreia dessa série)


Termino dizendo à Dani que tenho muito orgulho de ter convivido com ela, que fico muito feliz porque embora a experiência do Gran Circo tenha sido dura para ela, tenho muito orgulho do esforço e do resultado que ela alcançou no Desktop, ainda em recuperação, e no Intenso!, quando já estava a todo vapor. TE AMO, XUUU!

Seguem fotinhos dela:

















... em aula... 


















... Net Discada em "Desktop"


FINALMENTE HOJE EM DIA, COM UM VISUAL RETRÔ, QUE SÓ NÃO É MELHOR PORQUE É TUBAINA EM LUGAR DE MATE COURO. HAHAHAHAH

sexta-feira, 16 de março de 2012

Relatando coices (Diário de Bordo de um diretor cavalo)


Aula Parede:

Digo e repito: ADORO MEU TRABALHO. Aulas como a de hoje então são demais. Depois de toda a pesquisa sensorial, que até me surpreendeu porque surgiu até uma variedade considerável de elementos, o que é raro numa aula parede. Sempre surge água e uma ou outra coisa. Bom, desses cavalos do Núcleo de Sexta, todos já velhacos, sempre posso esperar o melhor mesmo. 

Exercícios: Aquecimento estático "Ai, como dói", Respira e vai, minha filha! Depois, hora de pegar pesado (ADORO MEU TRABALHO). Olhando para a mão, cinco minutos. Ruídos na caixa de som. DORME! LEVANTA! UMA PALMA, UM MOVIMENTO! SUSTENTA! MAIS CINCO MINUTOS (JÁ FALEI QUE ADORO MEU TRABALHO?). Repete uma palavra, quase um mantra. Alguns minutinhos e todos paredíssimos, apáticos, inexpressivos. 

Cenas limpas e pouco óbvias. Silêncio e pausas valorizadas. APRENDIZADO IMPORTANTE: VALORIZAR OS SILÊNCIOS E AS PAUSAS PREENCHIDAS POR AÇÃO INTERNA. 

Durante a partilha todos reclamaram que não gostaram. Ainda bem que o grupo já entendeu que nem sempre o mais gostoso é o mais importante. Foi difícil? Foi... ACHO QUE ADORO MEU TRABALHO! 

Passei o dia inteiro com sono e com a aula parede isso se potencializou. Chego em casa e descubro: 26 DE MARÇO: DIA MUNDIAL DO SONO! 

DEIXA EU IR COMEMORAR UM POUCO! 

BOA NOITE!


quinta-feira, 15 de março de 2012

Relatando coices (Diário de Bordo de um diretor cavalo)

Núcleo de quinta - Aula 05

Mais uma camada

Incrível como cada grupo cria seu estilo de registro no Diário de Bordo. Os cavalinhos deste núcleo costumam ser bem sucintos, mas capricham no visual. O Diário da última aula foi levado pela Jeniffer e pelo Arthur e a mãe deles aproveitou para participar também, o que eu achei ótimo. Ela falou sobre o ritual do Beijo na Testa e do fim da aula, disse que todos os pais deveriam ver uma aula daquele. Fiquei muito feliz. É sempre bom ter o trabalho reconhecido. 

Alongamento e aquecimento individual. Roda e jogo da bolinha, Roda de Palmas como flechas, corre e diz o nome de um colega (menos aquela para quem você corre). Deu nó na cabeça? O tico e o teco estão brigando? É isso aí. Aos poucos vai melhorando e no final está bem mais fácil. Sempre uma camada a mais. 

Variação do Jogo da Estátua com palma em flecha e ocupação do espaço. Resultado legal. 

O que estou fazendo?

 Explicação: DRAMA = AÇÃO CÊNICA

Escolha e reprodução de ação cotidiana. Exercício: O que eu estou comendo? 

Cena com os elementos QUEM, ONDE, O QUÊ, OBJETIVO E CONFLITO. Vai complicando e a gente vai esquecendo as camadas debaixo, né? SEUS CAVALOS. QUASE TODOS OS GRUPOS ESQUECERAM OS CONFLITOS. 


sexta-feira, 9 de março de 2012

Relatando coices (Diário de Bordo de um diretor cavalo)

Aula Espiral:



Nem todos conseguiram trazer os estímulos para a experimentação. Ainda assim, foi bem interessante. Dúvidas foram sendo sanadas e pouco a pouco começou-se a entender de que se tratava o espiral. Como sempre, surgem alguns enganos, que são importantes para podermos captar as diferenças entre uma e outra forma. Nossa, como eu estou educado! 

Alongamento, aquecimento e bora espiralar. Olhar fixo para um ponto na mão, girar e depois bater os calcanhares no chão. Mesmo sentindo o efeito do espiral, todos ficaram de pé. Alguns olhares tontos, sensação de desorientação. NÁUSEAS, NÁUSEAS, NÁUSEAS! Carinhas de "Estou passando mal...". Ai, meu Deus! Olhar fixo no teto, rodar até sentir-se sugado pelo chão. Quedas abruptas, caras de loucos e de bêbados totalmente a seco. É bem melhor assim. NÁUSEAS, NÁUSEAS E MAIS NÁUSEAS! Adoro meu trabalho! 

Cenas com estímulos de objetos

Coisas para lembrar. 

- Qualquer objeto colocado em cena precisa ter justificativa para estar ali. E se houver um objeto, é preciso lembrar de usá-lo em detrimento de objetos imaginários, mas sempre é importante perguntar-se: é necessário o objeto em cena? 

- Repetição causa efeito cômico. CONSERTA! 

- Visualização de objetos bem feita faz o público acreditar e ir junto com os atores!

- Risada em cena tira a credibilidade do trabalho teatral.

- Como utilizar recursos épicos (narrativos) nas cenas?

- Cuidado para não fritar no palco

Nossa! Como fui comportado nesta postagem, Até parece que sou educado! NOSSA! NOSSA! ASSIM EU NÃO TE MATO! 

Tudo bem, vem aí a aula parede e acho que o povo vai sofrer de novo, enquanto eu vou me deliciar. ADORO MEU TRABALHO! 

ATÉ SEXTA, SEUS CAVALOS!


quinta-feira, 8 de março de 2012

Relatando Coices (Diário de Bordo de um Diretor Cavalo)

Núcleo de Quinta: Aula 4

Dia de pegar pesado com os novos cavalinhos. Mas antes, o grupo leu o diário de bordo da aula anterior. Percebo que o grupo já começa a criar uma identidade e seu próprio modo de registrar os encontros. E como no registro, foi falado sobre a situação vivida pela Perin, decidi propor um exercício: cada um assumiria algo que não goste no próprio corpo. Cada um mostrava seu problema, que era visto como pequeno por cada um e grande para si mesmo. Foi bem bonito

Aquecimento básico e simbora pegar pesado. Jogo da bolinha, pagando com as duas mãos no chão a cada queda. O grupo pagou muito. Depois, jogo da bolinha com contagem. Nó no cérebro dos Cavalinhos! Finalizando com o jogo dos 20. Irritação, raiva, desespero, ansiedade. O grupo chegou no 15 e passou pelas mesmas dificuldades de todos os grupos. 

Caminhada pelo espaço: andando por areia, pântano, neve, etc. Sessões de reflexão sobre o onde: cada grupo pegava um "onde" e construía uma cena (com objetivo, conflito e "quem"). Cenas legais: apontamentos sobre posicionamento de palco. 

Partilha: Sempre é bonito.  Destaque para a Jenifer falando sobre o irmão, que fez sua primeira aula no grupo e assumiu que às vezes age com impaciência. Momento mais lindo da aula: DUDA CANTANDO DURANTE O BEIJO NA TESTA. 

CANTA MUITO! CANTA MUITO! CANTA MUITO! 

FALTA MUITO PARA A PRÓXIMA QUINTA?

Reflexão: Nem sempre as aulas mais divertidas são as que nos fazem aprender meia. Ás vezes preciamos ser provocados!

Esqueci de dizer que o grupo cresceu e que a entrada da Marina e da Fê neste Núcleo fez bem para elas e para o grupo. 

sexta-feira, 2 de março de 2012

Relatando coices (Diário de Bordo de um Diretor Cavalo)

Começo hoje meu diário de bordo aqui neste blog. Semanalmente registrarei aqui minhas impressões e meus coices. Peço a todos os cavalos que me cobrem sempre, para que eu lembre de postar.


Encontro 3: Núcleo de Sexta (ainda sem número certo) - AULA FLECHA! 


Prólogo: Adorei a presença de vários dos integrantes do Núcleo de Quinta. Fiquei bem feliz. 


- Atividade Sensorial: 
Divertidíssimo ver as caras de incômodo ao provar cebolas, limões, cheirar acetona, álcool e coisas do tipo. Aos poucos o grupo foi ficando ligeiramente inquieto, já sob efeito dos estímulos flecha. O mais divertido era ler os pensamentos: "Ai, que saudade da aulinha bola!". Eu me "divérto"... 


- Exercícios: 
Fui flecha desde as instruções iniciais. Aos poucos fui piorando. E os resultados aparecendo. Surgiam já um ou outro olhar flecha. "Ah, como eu gosto disso... Uma aula inteira de coices, que beleza!". Força total e dedicação dos cavalinhos durante os jogos. Claro! Ninguém queria tomar grito! SIM! NÃO! SIM! NÃO! Jogo do Surto e depois queimada com juiz injusto. Tira e põe no jogo. Mais uma vez, li pensamentos. "#$3%#%$#¨¨%$! Vou matar esse careca!" O flecha é assim, manda que pode; obedece quem tem juízo. hauhauahuahua


- Cenas: (Impulso inicial: IMAGENS FORTES)


As cenas desta sexta não tiveram a beleza e o acabamento das cenas da sexta anterior. Considero que o tempo foi pequeno. Como costume, o grupo tem bastante assunto para debate. Só precisamos nos ater ao tempo. Mesmo assim, achei válido o trabalho, dado que todos demonstraram ter entendido o conceito. Segue a devolutiva: 



Gabi, Gabizinha e Ju: Atenção para a visualização dos objetos, eles desapareceram em dado momento. Durante a briga, a cena ficou suja. 

Amanda, Thay, Gi: Amanda Rindo novamente. Faltou um pouco de jogo. Todas as atrizes falaram juntas. Como mostrar que o personagem era um homem? Só contar basta? 

Babi, Fe, Kananda: Atenção para o posicionamento no palco; faltou um conflito mais forte na cena. 

Cathy, Anna, Lara: Atenção para o posicionamento, o Álvaro (Guerreiros Meninos) fez uma aparição na cena, durante a entrada da Lara. Normalmente isso acontece. Um personagem que marca, acaba deixando rastros. Precisa limpar, Larica! 

Nath, Kaline, Isa: Precisam se ouvir. Estado interno das atrizes bastante convincente. Olhar da Nath estava bem forte. Isa utilizou bem o recurso da respiração. Tanto que hiperventilou. Respirar rápido é, inclusive, um outro exercício flecha, que acabei não usando. Faltou desenvolver melhor o conflito e o desenrolar da cena. 

Keyla, Nádia: Visualização do Objeto (computador). Atenção para o tempo de resposta para a conversa ficar convincente. Ambas encontraram um peso bastante interessante para a cena, durante a discussão dos personagens. 

Epílogo: O Jonas falou tudo sobre a presença de meninos no grupo. Como podemos resolver esta questão? 

É isso aí, ABRAÇO FORTE E BEIJO NA TESTA, SEUS CAVALOS!